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Gisele Neves.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

VIII - Encontro de Usuários de Python de Pernambuco


Nesta edição haverá diversas palestras temáticas e constitui uma excelente oportunidade para estudantes, iniciantes, entusiastas e profissionais de conhecer as mais recentes novidades nos SI´s da cadeia de desenvolvimento e suas competências, além de promover a aumentar a sinergia das relações de networking colaborativa sobre Python e open-source.

sexta-feira, 5 de março de 2010

“Mercado de Trabalho de TI”


Este mercado anda em franca expansão.
Desde 2008, época do início da primeira turma do curso de Sistemas de Informação da Uniararas, apresentamos reportagens de diversas fontes confiáveis que mostram o potencial da área.
Globo, SBT, dentre outras, rotineiramente trazem matérias sobre a profissão do futuro.
Confirma esta http://tinyurl.com/ye35ad3.

O QUE É SISTEMA DE INFORMAÇÃO?


Apesar de ser um curso relativamente novo, a graduação em Sistemas de Informação já tem sido bastante procurada pelos estudantes. Mas para muitas pessoas esse curso ainda é um mistério. O que é um sistema de informação? O que estuda quem faz esse curso? Onde trabalha esse profissional?



Dando continuidade ao nosso Guia de Profissões, vamos explicar para vocês o que é, afinal, esse curso. Para começar é bom entender o que é um sistema de informação: é um sistema que organiza, processa e dissemina dados, transformando-os em informação útil para o usuário. Quem se forma em Sistemas de Informação, portanto, é responsável por criar esses sistemas computadorizados e cuidar de todo o processamento, armazenamento e disponibilização de informações.

Organizar dados e informações é uma atividade que se tornou essencial para todas as empresas. Por isso a profissão vem crescendo e esse profissional sendo cada vez mais requisitado. "Sua principal função é entender os problemas de uma companhia e conseguir solucioná-los por meio da aplicação de ferramentas de mercado ou da confecção de sistemas próprios", explica Euler de Almeida Barbosa Junior, consultor sênior da CIS Corporate, em entrevista ao Guia do Estudante.

Para quem está pensando em fazer esse curso é bom se preparar para estudar muita matemática. Cálculos e raciocínio lógico fazem parte de toda a grade do curso e há também matérias específicas como linguagem de programação, bancos de dados, sistemas de informação, redes de computadores e inteligência artificial.

Depois de formado em Sistemas de Informação o profissional terá entre suas atividades: criar e instalar programas para facilitar consultas às informações de uma empresa, montar e gerenciar bancos de dados e planejar a arquitetura de homepages. E ainda, administrar o fluxo de informações gerado e distribuído dentro de uma empresa.

O mercado de trabalho para esse profissional é promissor. "As empresas estão desesperadas procurando por profissionais nas universidades", diz Hugo Bastos de Paula, coordenador do curso de Sistemas da Informação da PUC-MG, em entrevista ao Guia do Estudante.

Bancos, indústrias, seguradoras, empresas de telefonia e internet oferecem a maior parte das vagas para esse profissional. Há boas oportunidades também para docência, por conta do aumento das faculdades de Sistemas de Informação.

"As empresas sentiam a necessidade de um profissional capaz de construir um sistema de informação adaptado aos seus negócios. E o profissional de SI surgiu para suprir estas carências", explica a coordenadora da graduação de Sistemas de Informação da Faculdade de Tecnologia IBTA, Lúcia Contente Mós, em entrevista ao portal Universia.

Uma outra vantagem desta profissão é a remuneração, que costuma oscilar entre R$ 2.000 e R$ 8.000, um valor alto se comparado com as outras profissões da área. Mas para se manter bem no mercado é necessário que o profissional esteja sempre atualizado, afinal novas tecnologias não param se surgir e é preciso estar por dentro das novidades e ser capaz de otimizar os sistemas de informação.

"Além da graduação, a língua inglesa e as especializações em determinadas linguagens tecnológicas são essenciais", explica a gerente de talentos da IBM Brasil, Luciana Farisco, em entrevista ao portal Universia.

Quem faz ou já se formou em Sistemas de Informação, pode contar pra gente o que acha do curso!

Fontes: Universia e Guia do Estudante

Gerência de Tecnológia

"Ao gerente de Tecnologia cabe a seleção de tecnologias
informáticas. Este órgão serve não só como o
negociador de tecnologia com o mundo exterior, mas
também como um filtro e buffer para aliviar as pressões
do ``marketing'' sobre os atores ligados as funções
de informática.

Longe de ter como objetivo a decisão-chave de poder
usar ou não poder usar, esta gerência deve ser bastante
flexível e ter uma visão muito próxima da própria visão
do negócio.

Cabe a esta gerência a tarefa de transferência de tecnologia.
O gerente de Tecnologia necessita uma sólida formação
universitária, preferencialmente à nível de pós-graduação e
manter-se constantemente atualizado com as tendências
das tecnologias do ramo. Uma característica fundamental
desse profissional é a capacidade de análise criteriosa das
tecnologias envolvidas, o que certamente exige não só
uma pessoa de extrema capacidade intelectual e técnica,
como um profissional com experiência considerável na
seleção de tecnologiasatravés de avaliações, uso de
consultores, negociação comfornecedores, entre outras.

Importante frisar, que a este perfil deve-se somar
uma perfeita adequação à própria organização,
entendendo seus desejos e suas áreas de competência."

CITAÇÃO Leite, J.C.S.P., 10/2007

Arquitetura de Sistema de Informação

A idéia de que sistemas de informação devem ter uma arquitetura é compartilhada por vários autores e é anterior ao movimento, hoje em moda, chamado SOA. Essa nota é preliminar a uma futura nota sobre SOA.

No artigo sobre Organização Federativa eu tinha proposto uma visão de arquitetura centrada na idéia de federação.

O que vou relatar aqui é um resumo de um livro, lido há bastante tempo, que considero bastante relevante para o entendimento do conceito de arquitetura de sistemas de informação. Trata-se do livro “ Building Enterprise Information Architectures” de Melissa A. Cook. Melissa fornece uma visão prática de como propor uma arquitetura de SI, baseada em sua experiência profissional, na HP, e no artigo, clássico, de John Zachman.

O livro baseia-se na primeira versão do “framework” de Zachman (em Inglês, em Português (Wikipedia)). Vale lembrar que esse “framework” evoluiu e incorporou o esquema das perguntas de qualidade (5w1h), e é, hoje, uma referência na área. Na visão de Cook, existem três tipos de arquitetura (dados, processos e tecnologia), mas no artigo de Zachman têm-se: dados, processos e rede.

O “framework” usado no livro é uma matriz com 6 linhas e 3 colunas. As colunas representam a perspectiva que pode ser: dados, processos e tecnologia. As linhas são: Visão Geral, Visão do Dono, Visão do Arquiteto (“Designer”), Visão do Construtor, Representação Detalhada e Sistema em Funcionamento. O livro tem por objetivo abordar a sub-matriz (1,1;1,2;2,1;2,2) ou seja os dois primeiros níveis de abstração (Visão Geral e Visão do Dono) tanto sob a perspectiva de dados como pela perspectiva de processos. Com isso acredita que terá uma visão da organização. A grande ênfase é que essa visão é uma visão horizontal e não vertical da organização. Ou seja, ou invés de entender a organização através do conhecimento acumulado de cada um dos seus departamentos (visão vertical) passa-se a ter uma visão integradora e entendida como horizontal. A perspectiva tecnológica é tratada a parte.

O processo sugerido pelo livro é o seguinte:

Sub-Matriz (Visão Geral, Processo): a construção da visão geral da arquitetura de processos é feita com base em um processo de colaborativo no qual lista-se as principais classes de processos da organização, ou funções da organização e suas definições. Por exemplo: vendas, marketing, produção. Para isso utiliza-se o conceito de classificação e evita-se redundância entre essas descrições.

Sub-Matriz (Visão Geral, Dados): a construção da visão geral da arquitetura de dados é também baseada em um processo colaborativo para chegar-se as classes de dados. Parte-se das funções para, utilizando-se de técnicas de modelagem de dados, chegar-se à classes de dados refinadas. A autora sugere o uso de meta classes do tipo: gente, lugar, coisa e evento. O uso dessas meta classes ajuda na elaboração de classes de dados. Por exemplo: (pessoa, organização), (ordens de compra, vendedores), (orçamento, previsão, cotas).

As Sub-Matrizes da Visão do Dono é considerada pela autora a visão do sistema de informação. Seu processo básico é composto de 3 sub-processos. Primeiro, para cada função do negócio identifica-se todas as entidades presentes na lista da visão geral que são criadas por esta função. Segundo, refina-se a Visão Geral de tal modo que haja um mapeamento um para um entre funções e classes de dados. Esse mapeamento define fronteiras entre sistemas de informação. Terceiro, identifique para cada entidade das classes de dados, uma função primitiva, que pertença à classe de funções, que crie essa identidade. O ferramental básico para a criação da Visão do Dono é uma matriz que mapeia funções primitivas e entidades e nomeia as células com as etiquetas cria, lê, atualiza e apaga. Em inglês essa matriz é conhecida pelo nome de “CRUD” (veja nas páginas de 36 a 42, uma explicaçõe e um exemplo dessa matriz) e é bastante útil no mapeamento entre dados e processos.

O resultado esperado é que se define um conjunto de sistemas de informação em que cada um é coeso e em que cada um está fracamente acoplado com outros. Isso ocorre porque cada sistema de informação servira uma função do negócio e terá acesso de escrita a apenas àquelas entidades que são de sua responsabilidade criar. Outros sistemas interagem com um sistema na medida em que tem acesso de leitura aos dados criados por este sistema. Essa visão de sistemas de informação baseia-se na perspectiva de tecnológica em que sistemas de informação comunicam-se através de permissão de leitura entre servidores de diferentes sistemas.

É interessante notar que nesse livro desenham-se heurísticas gerais para a obtenção de uma federação de sistemas, baseadas em um planejamento global com base no “framework” de Zachman. Muitas propostas atuais de SOA utilizam-se desse mesmo conjunto de premissas.

CITAÇÃO Leite, J.C.S.P., 12/2007

quinta-feira, 4 de março de 2010

TAXONOMIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Existem diferentes tipos de sistemas de informação. Diferentes autores propuseram diferentes taxonomias para explicar-los.

Entendemos que é possível classificar sistemas de informação segundo diferentes pontos de vista. Um desses pontos de vista é o ponto de vista do consumidor, isto é das pessoas que estarão utilizando a informação. Desse ponto de vista (consumidor), entendemos que existem três tipos de sistemas de informação:

* Sistemas de Decisão,
* Sistemas Operacionais e
* Sistemas de Referência.


Sistemas de Decisão

Sistemas de apoio a decisão são sistemas que são diretamente utilizados por gerentes, independentemente de seu nível de decisão na organização. Claro, que esses sistemas são usualmente baseados nos vários bancos de dados da organização que deverão refletir a realidade da empresa. O ponto é que esse tipo de sistemas demanda informação atual, sólida e fornecida em tempo hábil de tal maneira que o gerente possa tomar a melhor decisão possível. Esses sistemas são os que usualmente têm o maior valor na organização. Gerentes precisam de informação para basear suas decisões. Suas carreiras dependem das decisões que tomam e de suas conseqüências para a organização. Por isso, organizações estão dispostas a investirem grandes somas de dinheiro se puderem ter informação de qualidade para substanciarem suas decisões.

Sistemas Operacionais

Também chamados de sistemas transacionais, essa classe basicamente lida com a parte da automação de uma multitude de informações que são necessárias para as tarefas do dia a dia da organização. Esses sistemas existem porque simplesmente é impossível lidar com esse volume de informação sem automação. Eles variam de: sistemas que apóiam o processamento de informações de pagamento de pessoal ao controle de ou o processamento de informação sobre linhas de produção. Seu principal objetivo é o de adquirir informação ou apoiar as atividades fins de uma organização ou de controlar equipamentos. Naturalmente, esses sistemas são aqueles responsáveis por preencher os bancos de dados do qual os outros tipos de sistema derivam seus dados.

Sistemas de Referência

Esses sistemas fornecem informação para um grande número de usuários, que precisam dessa informação para acessar outras informações ou processos de uma dada organização. Esse tipo de sistema é uma espécie de metáfora do conceito do balcão de referência que encontramos em bibliotecas. Aqui usuários podem ser pessoas que trabalham para a organização ou pessoas que são estrangeiras à organização, mas que têm o desejo de tratar com a organização. Por exemplo: manuais eletrônicos, regras, e informação geral são tipos de informação que esses sistemas fornecessem acesso. Com o apoio da tecnologia Web esse tipo de sistema tornou-se de grande importância para as organizações, não só por prover informações que fazem a organização menos dependente de informação em papel (para consumo interno), mas também porque se tornaram um importante canal de marketing, quando a organização tem um sítio na internet.

CITAÇÃO Leite, J.C.S.P., 04/2008